sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Segunda fase da expo Cartas de Brasília


Estamos de volta! Na realidade, não saimos de Brasília. Apenas a exposição no Museu Vivo da Memória Candanga, de 09 de outubro a 19 de dezembro de 2010, foi desmontada. Muitos planos para 2011. Estamos discutindo levar o Cartas de Brasília para um espaço acadêmico e também para fora do Distrito Federal, com o auxílio do nosso patrocinador: ECT.

Enquanto negociamos novos espaços, todos os documentos entregues aos nossos cuidados para a exposição estão muito bem guardados. Não se preocupem. Agradecemos mais uma vez aos pioneiros e seus familiares que cederam material para a mostra. Assim que tivermos uma definição, entraremos em contato para avisar ou devolver tudo aos seus legítimos donos.

Neste meio tempo o acervo foi enriquecido com fotos e documentos entregues ao blog  pela advogada Regina Hermínia. E alguns já foram devolvidos porque a família do paisagista Ney Ururay estava com saudades. Mas Cristiane promete emprestar tudo novamente se realizarmos a segunda fase da mostra.

Bom fim de semana a todos!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cartas de Brasília em recesso


A exposição Cartas de Brasília, aberta à visitação pública de 10 de outubro a 20 de dezembro de 2010 no Museu Vivo da Memória Candanga foi desmontada na segunda-feira, dia 21. O mobiliário seguiu direto para o depósito da produtora 4Art, da Daiana Castilho, e as cartas, fotos e documentos cedidos por pioneiros de Brasília e seus familiares, estão devidamente empacotados e protegidos por papelão e "plástico-bolha".

Vamos prestar contas do evento para nosso patrocinador, os Correios/ECT, neste final de ano, oportunidade em que saberemos se a exposição será remontada no museu da instituição, no Rio de Janeiro. Se nossa previsão se confirmar, a mostra deve ficar no Rio nos meses de fevereiro e março. Também é possível que no mês de abril de 2011, quando Brasília fará 51 anos, que o projeto seja exposto em uma universidade da Capital.

Divulgamos esses prazos para explicar que todo o material cedido para a exposição Cartas de Brasília será devolvido aos proprietários após esses prazos. Vamos devolver tudo pessoalmente e entregar para todos mais exemplares do catálogo do projeto e os postais de Brasília utilizados na divulgação. Agradecemos mais uma vez o empréstimo e confiança no projeto.

O ano de 2010 marcou um momento ímpar em nossas vidas, que foi o de reunir pessoas tão interessantes e com histórias tão ricas para contar. Também foi especial por permitir o encontro de uma equipe de trabalho harmônica, que organizou tudo com tranquilidade e profissionalismo.

Para todos que participaram desse dia-a-dia e torceram junto conosco para o sucesso do projeto Cartas de Brasília desejamos um feliz Natal e que o ano de 2011 seja ainda mais repleto de realizações e amor.

Márcia Turcato e Tânia Ribeiro- curadoras

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

103 anos de Oscar Niemeyer dia 15 de dezembro

A cidade de Niterói, Rio de Janeiro, fará uma grande festa na quarta-feira, 15 de dezembro, para comemorar os 103 anos do arquiteto Oscar Niemeyer. A recepção será no novo prédio da fundação que leva seu nome, inaugurada durante o evento. O homenageado já confirmou presença e trará a família e amigos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente eleita Dilma Rousseff, o governador Sérgio Cabral, ministros, deputados, secretários e vários artistas foram convidados. Na ocasião, será distribuída a nova edição da revista “Nosso Caminho”, que o arquiteto coordena.

Para o presidente do Grupo Executivo do Caminho Niemeyer, Selmo Treiger, é uma honra para a cidade ter uma comemoração histórica como esta:“Quando falamos para o Niemeyer que entregaríamos a construção em dezembro, ele quis comemorar seu aniversário no local. Para nós, é uma honra, pois esta é uma grande honra concedida pelo maior arquiteto do planeta”, disse.

O arquiteto que tornou possível o sonho do presidente Juscelino Kubitschek- construir Brasília, nasceu no dia 15 de dezembro de 1907.

Clique aqui para ler mais.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Cartas para os velhinhos no Natal

A Exposição Cartas de Brasília, até 19 de dezembro no Museu Vivo da Memória Candanga, está realizando uma oficina gratuita com as escolas do Distrito Federal, particulares e públicas, para envio de cartas- escritas pelo visitante, destinadas às pessoas que os estudantes escolherem.


Ainda numa parceria com o Lar dos Velhinhos, parte das escolas está enviando as cartas para os idosos abrigados por aquela instituição com votos de um Feliz Natal e também para estabelecer contato com aquelas pessoas que na maior parte das vezes estão tão isoladas do contato social.

Visite a exposição e deixe lá sua cartinha. Com certeza a mensagem que você escrever fará a alegria de alguém nesse Natal.

O telefone do museu para agendamento de grupos e outras informações é (61) 3301.3590.

sábado, 27 de novembro de 2010

I- José Marinho, o engenheiro do IAPETC



Assinado pelo presidente da República Juscelino Kubitschek, o certificado acima é a prova de que o engenheiro arquiteto José Marinho Pinto Ferreira participou da solenidade de inauguração de Brasília em 21 de abril de 1960. Pioneiro, chegou na futura capital do Brasil em 1957. A família viria depois.

A foto ao lado flagra um momento raro: o fotógrafo é fotografado, é Mário Fontenelle, documentarista oficial de Brasília, clicado no Hotel Palace. Ao seu lado, de calça jeans, o engenheiro José Marinho.


Mais uma foto com a presença de Mário Fontenelle, também no Hotel Palace. As outras fotos, menores, registram a rotina de trabalho do engenheiro José Marinho e momentos com a família.

II- José Marinho, o engenheiro do IAPETC


O engenheiro arquiteto José Marinho Pinto Ferreira, formado pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, Rio de Janeiro, em 1953 e, em 1957, chegou em Brasília para trabalhar na construção da futura capital. Logo depois, em 1959, foi designado como substituo do engenheiro chefe das obras da SQS 107, do IAPETC, em Brasília. Na foto ao alto, sentido horário,o engenheiro na casa do acampamento, a família e os colegas de trabalho.

Concluída a obra, José Marinho foi indicado para exercer a fiscalização de 500 unidades residenciais em Sobradinho, DF, e uma casa na Península do Lago Sul, em 1969. Em 1971 assumiu sub-grupo de fiscalização do GEA, onde estavam afetas todas as fiscalizações ou reformas de obras nos imóveis do INPS.


Quem conta a história do engenheiro é sua filha Regina Hermínia, advogada. Ela, a mãe Nicéa e a irmã Marta Regina vieram para Brasília em 1962. Foram morar no acampamento do IAPETC, formado por um conjunto de simpáticas casas com varandas de treliça.  Algum tempo depois a família mudaria para um apartamento da SQS 307. Acima, Regina Hermínia mostra documentos do pai.

Orgulhosa do pioneirismo do pai, Regina Hermínia exibe fotos e documentos que ajudam a contar parte da história de Brasília.

Alguns desses documentos foram cedidos para o Projeto Cartas de Brasília, outros serão doados para a Biblioteca Central da UnB e um terceiro lote de relíquias irá para o Museu Vivo da Memória Candanga. Esta foi a forma encontrada por Regina Hermínia para homenagear o pai e imortalizar sua vida, seu amor por Brasília e o seu trabalho. A foto ao lado é de uma raridade: a primeira programação do Cine Brasília. Fã de cinema, o engenheiro possuía mais de um projetor e promovia exibições para os amigos. Ele também filmava.



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Cartas de Brasília na MIX TV


Este é o estúdio da MIXTV, em Brasília, funciona na UNIP/Uniplan, quadra 913 Sul. A foto foi feita no dia cinco de novembro, quando eu (Márcia Turcato) conversei com o âncora Pedro Pontes sobre a Exposição Cartas de Brasília e os próximos passos do projeto.

Tânia Ribeiro, curadora  do projeto junto comigo, preferiu não encarar as câmaras nesse dia. A entrevista foi ao ar no dia 17 de novembro às 07 horas pelo canal aberto número 17. Fora de Brasília, a MIX pode ser vista no canal 18. Clique aqui e assista a entrevista na íntegra e fique sabendo tudo sobre o projeto Cartas de Brasília.