sábado, 5 de junho de 2010

Aloysio Campos da Paz rompe o silêncio

Há pioneiros legendários. E o médico Aloysio Campos da Paz é um deles. Avesso a entrevistas, ele concordou em conversar com a jornalista do Correio Braziliense Conceição Freitas. O jornal publica na edição de hoje (cinco de junho) o resultado desse encontro, registrado em fotos de Zuleika de Souza. Aloysio Campos da Paz tem 75 anos, é casado com a bibliotecária Elsita, tem três filhos, quatro netos e está escrevendo um livro de memórias. É fundador e atual cirurgião-chefe da rede Sarah de Hospitais de Reabilitação. O blog pega carona com Conceição e publica trechos da entrevista. O link com a íntegra está ao final do texto.

Chegada em Brasília

Num dia da primeira quinzena de maio de 1960, um ortopedista recém-formado saiu de casa, na 106 Sul, para se apresentar no primeiro emprego. Estava vestido de branco até os pés — “roupa que os médicos, os babalorixás e os atendentes de farmácia usavam na época”. Afundando em poeira, caminhou até uma estrada por onde transitavam caminhões cheios de operários. Sem demora, um deles parou e perguntou aonde o candango vestido de branco avermelhado pretendia ir. “Vou ao Hospital Distrital de Brasília”. Começou então uma discussão entre os peões de obra até que se chegou a um consenso. O caroneiro queria ir para a obra da Pederneiras. Naquele tempo, os endereços eram identificados pelo nome da construtora do prédio.

Hospital Distrital

O primeiro ortopedista da nova capital que havia se preparado para atuar em ortopedia infantil tinha caído no que parecia ser um hospital de campanha de um campo de batalha. “Foi uma loucura. Os caminhões chegavam e literalmente despejavam no pátio do barracão os candangos feridos em acidente de trabalho”. O que salvou o recém-formado foi um livro, Fraturas y luxacones , que até hoje ele guarda na estante de sua sala no Sarah da 301 Sul. “É todo cheio de diagramas, para tal coisa, faça tal coisa, e eu andava com aquele negócio debaixo do braço”.

O motivo

O que trouxe o casal para Brasília foi o desejo de fundar o próprio futuro. “Eu era a quinta geração de médicos, praticamente todos eles professores de medicina. Minha mulher e eu vimos em Brasília a oportunidade de a gente se realizar não pelo nome. No Rio, meu nome era nome de praça, de rua. Na Faculdade de Medicina, eu ia fazer prova e o sujeito, em vez de me perguntar sobre a matéria em questão, começava a perguntar como vai o fulano, o beltrano e me mandava embora. Se eu ficasse lá, ia ser mais um por causa do nome, não por causa de uma realização pessoal.”

O estudo

Foi pensando em Brasília que Campos da Paz percorreu 16 cidades da Grã-Bretanha em busca do conhecimento. “Meu chefe sabia que eu ia voltar, tanto que ele investiu muito em mim pra que eu pudesse construir a base. O volume de informações que recebi, seja sob o ponto de vista técnico, seja de gestão, seja sob o ponto de vista filosófico, foi enorme para um garoto de 26 anos.”

As amizades

Da solidão do Planalto Central, Campos da Paz cultivou ao longo de meio século interlocutores de primeira grandeza. Cita alguns: Leandro Konder, Florestan Fernandes, Darcy Ribeiro, Lucio Costa. “Tive oportunidade de conhecer e conviver com figuras notáveis.” Mais que isso, Brasília ensinou o carioca a mudar a trajetória do olhar. “Meu horizonte era o Oceano Atlântico, eu vivia de costas para o país. Passei a conhecer o Brasil. O significado de Brasília foi esse: o Brasil dava as costas para o Brasil. A relação era com o oceano e com o que estava do outro lado do oceano. Não era com o país. Brasília obrigou o Brasil a se interiorizar, foi esse o grande significado dela, a conquista do país.”

Íntegra da entrevista

28 comentários:

  1. Um boçal e um cafajeste, trata seus funcionários como bichos e prêmia os bajuladores.

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    1. Ad hominem abusivo: Está fálacia consiste em referi-se ao oponente de forma pessoal e insultos verbais. Contudo, não é simplesmente "xingar" o oponente, mas usar issso como arma para desacredeitar ou reduzir a força de sua argumentação. Não ataque a pessoa e sim seu argumento.

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    2. O que você tá fazendo no mundo, cara? Dê o lugar para alguém que tenha alguma utilidade.

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  2. Um gênio, à frente do seu tempo. Criou do nada uma instituição respeitada em diversos países pelo mundo afora... Quem é que não gostaria de ser tratado no Sarah, caso precisasse de Reabilitação ? Isso tudo existe graças à filosofia de Dedicação Exclusiva, Remuneração Justa e Boas Condições de Trabalho ! Parabéns , Dr. Campos....

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    1. Anônimo, digo-lhe em verdade, A franqueza faz inimigos; a lisonja, amigos. Eu trabalho no Sarah e a dedicão exculisiva que você fala é pura falácia, quando se remunera apenas bajuladores, que faz aquilo que o amo quer. Pense nisso anõnimo.

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  3. Um politiqueiro de marca maior, fiel ao clientelismo do estado como um meio para se conseguir objetivos pessoais travestidos de projetos sociais. Por outro lado, um realizador notável e bom médico (bom apenas, mas bom de fato com os pacientes). Pena que não deixou outras lideranças se solidificarem e a Rede SARAH deixará de ser um canto protegido quando ele (e o Sarney) se for. A tal Dra. Lúcia, herdeira, é doutora no título de doutorado e na incompetência em quase todos os aspectos.

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    1. Manus manum lavat, Uma mão lava a outra. Anônimo você está certo quanto ao que diz sobre esse parasita do estado - Aloysio Campos da Paz, um homem que se escnacha nos políticos e usa de sua influência burguesa para conseguir seus objetivos. Quanto a Doutora Lúcia não passsa de uma fantoche.

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  4. Um gradissimo e uma grandissima.... Para qualquer um que conhece por dentro os caminhos tortos com que se constroi uma mentira baseada em marketing e tratamentos de ricos e famosos em detrimento da populacao. O Sarah e a cara do Brasil. Tao verdadeiro quanto!,,,

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  5. Um ladrão, uma coisa é ele prestar contas do Orçamento anual para p TCU, a outra e ele apresentar contas da emendas parlamentares do OGU......quero ver.......sua vez tá chegando seu tirano..............

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    1. Porque ele não presta conta do barco "saveiro" que ele doou para instituição com documento lavrado em cartório, um barco que não tinha mais como recuperar e ele delegou ao seu capanga(Antonio Carlos Araujo) que usou de insidia para fazer uma réplica e usurpar do conhecimento do carpinteiro que fez o barco. Assim deu um barco como se fosse reformado quando na verdade fez uma replica e jogou o barco doado em cartório no lixão da estrutural, ou seja bandidos...

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  6. marcos gomes tibana13 de dezembro de 2011 12:22

    um homem que se deixio levar pela vaidade nao mais ve a sociedade como um dever a se iguala aos de mais se sente proprietario de uma instituiçao criada por ele , o amor que sentia pela mesma , se tornou posseçao , se esqueceu que a responsabilidade social esta acima de todas as pretensao individuais seu proposito chegou ao fim , pois seu legado esta se transfomando em uma especie de instituiçao dirigida aos ganhos financeiros , a constituiçao poribe que o cidadao seja tolido em sua dignidade e ele esqueceu .

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    1. Conhece vc Sr. Tibana. Uma pessoa que estudou e se formou com o salário que recebi como operador de manutenção (jardineiro). Enquanto estudava, vivia tecendo elogios à Rede. Depois que se formou, passou a criticar, cuspindo no prato que comeu, e ainda por cima desrespeitando um homem do nível do Dr. Campos. Procure saber quem é este brilhante médico, antes de criticá-lo.

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  7. Anonimo comenta:

    Todas estas palavras asperas contra o Dr. Campos da Paz são de maus profissionais, preguiçosos, não acostumados com a dedicação, o esforço e a decência. São racorosos e ingratos. Será que vão dizer que o modelo atual de saúde pública no Brasil é o modelo ideal? Fiquem nos pronto-socorros, passem algumas noites lá, para perceberem o que é o melhor, o modelo que dá certo.

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  8. ja fis reabilitacao no hospital sarah de brasilia,e todas essa cobranças e rancores que pessoas que nao tem nada pra diser e mais o que fazer falao escondidas atraz do anonimato sao pura MERDA e ciume.
    quem dera que todo cidadao brasileiro tivese acesso a um sistema de saude como o da REDE SARAH.

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  9. Sou funcionarío desta belicima instituição na qual me dedico a varios anos mais como funcionario me vejo trabalhando no pior lugar do mundo pois nos empregado somos tratados como lixo
    quando não mais serve e jogado fora não presta nem para ser reciclado aqueles que estão do seu lado são tratado como Deuses ex.tem um tecnico de gesso que e queridinho dele vivi viajando pela rede gastando com noitadas e mais algumas coisas ele tem salario compativel a medicos da rede e ele e tecnico so para esclarecer melhor meus copanheiros tecnicos trm ganhos abaixo dos $ 4.000,00 ele passa dos $ 20.000,00 ou seja como duas pessoas que esserce o mesmo trabalho e ganha tão diferente hoje conceguimos ver esta frustação estampada no rosto de cada funcionario e se a população não fazer nada daqui poucos ano a rede não mais vai existir e nosso sonho que e todo nosso vai acabar de ser ter um otimo hospital .

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    1. Infeliz comentário. Se vc se considera como um lixo, tem razão, tem que sair do Sarah. A Rede é lugar para cidadãos de bem, que se importam com a dor alheia. Sou funcionário a mais de 15 anos e nunca fui tratado desta forma. Não sou chefe e nem queridinho. Este profissional a qual se refere, dedicou a maior parte de sua vida na Rede Sarah. Ajudou na formação de muitos profissionais, inclusive médicos, terapeutas e enfermeiros, além de muitos técnicos. Se o seu salário é alto, porque deve ser merecido. Ele não viaja e nem esbanja dinheiro público. É uma pessoa muito discreta, correta e respeitadora. Vc é que deve ser um preguiçoso e recalcado. Vá estudar! Está com os dois pés dentro do prato que come.

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    2. Com certeza amigo, o Sarah é uma belíssima instituição e como você mencionou, vai deixar de existir. Desde dezembro de 2012, estão acabando com as internações dos pacientes, no Sarah Lago Norte, para torná-lo hospital dia, logo quem não tiver condições de se hospedar em pensionatos ou hotéis, não terá chance de realizar os tratamentos. Isso se deve, após o Dr. Campos ter um desentendimento com funcionários, ao quererem formar um sindicato para garantirem melhorias baseadas nos direitos trabalhistas. O Dr. Campos ficou irritado porque alguns funcionários começaram a denunciar a "nova instalação" do Sarah frequentada exclusivamente por ele. Traduzindo: aquele enorme anexo que vemos na entrada do Sarah tampado por placas, nada mais é que uma casa que o dr. campos fez pra ele dentro do Sarah, com direito a piscina privativa e tudo mais, as custas do dinheiro público. Alguns funcionários fotografaram e publicaram na internet para denunciar. Denunciaram inclusive para o ministério público, mas nada adiantou já que o Dr. Campos é amigo pessoal do procurador geral da republica, que inclusive esteve no Sarah a pedido do dr. campos para orienta-lo como proceder para evitar que os funcionarios formassem o sindicato. Como eles estavam amparados pela lei e o dr campos nao podia impedir, ele procurou meios de diminuir o quadro de funcionários: ACABANDO COM AS INTERNAÇÕES. Assim ele achou uma maneira legal de mandar várias pessoas embora já que não haveria "necessidade" de tantos funcionários. Eu gostaria de frisar que esses funcionários que foram mandados embora não são aqueles que temos contato direto, como fisioterapeutas, educadores físicos, médicos, enfermeiras, etc; já que esses nem parte do sindicato fizeram. Nem precisavam, já que ganham super bem como nós sabemos e não queriam ir contra o "todo-poderoso". Os principais funcionários afetados foram a grande massa que faz o sarah funcionar: cozinheiros, vigias, faxineiros e outros. O presidente do sindicato organizou até uma passeata na esplanada, cobrando explicações do Sarah, mas nada adiantou. ALgumas coisas estão na nossa cara e não queremos ver e quem perde com isso, são os pacientes que precisam diariamente do tratamento e os funcionários que perdem seus empregos. Lamentamos o que vem acontecendo, porém nada temos a fazer, senão sentar e esperar!!!

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    3. Um monte de palavras que não valem nada. Este pseudosindicato ao qual vc se refere é formado por um grupo dos piores funcionários em Brasilia. São rancoros, preguiçosos e cospem no prato que comem. Se o Dr. Campos fosse receber as horas extras que fez, e que louvavelmente nao registrou, o Estado é quem devia a ele. O que dizer de uma administração que não atrasa pagamento, não falta material para trabalhar, não tem equipamento quebrado, não falta remédios aos pacientes, suas contas são aprovadas pelo TCU, ta querendo mais informação sobre a Rede Sarah, pergunte aos pacientes. Vc apenas não sabe do que fala. Procure sair do buraco, estude e se informe.

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    4. Anônimo desculpe-me, mas você não passa de um "pulha", Por que digo isso, porque eu não sou preguiçoso e nem rancoroso, pois estudo duro depois do meu expediente, e todos que me conhece no hospital sabe que realizo meu oficio mister de forma cabal. Portanto seu argumento é pífio, ralé. Só pra sua informação o meu amigo Jacinto estudou nas madrugadas mais de 350 causas que o Sarah "ganhou" na justiça, notou imbécil que ganhou, é coisa que tú puxa saco não tem coragem de fazer ou seja estudar idióta...

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  10. É uma oena que os ressentidos sejam mais rápidos para escrever que os agradecidos ao Sarah que talvez nem sequer saibam no grande homem que está na origem dessa louvável Rede. Se olharmos as trajetórias de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, vamos encontrar incompreensões de contemporâneos. O Dr. Campos da Paz está no nível deles.

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  11. Quem reclama do Dr. Campos da Paz e do Sarah, devem ser pessoal de ótima saúde que nunca precisaram de um atendimento. Quem vai lá se tratar recebe um tratamento sem igual, uma limpeza impressionante um necessidade de curar ou ajudar o paciente o máximo possível. O paciente que não sai de lá curado por motivos próprios da sua condição sai de lá com capacidade total de interagir com a sociedade de forma confiante e com auto estima elevada. Parabéns não só ao Dr. Campos que traz o Sarah na rédia curta como a todos os profissionais que eu conheço lá que trabalho pelo amor da profissão com todas as condições de trabalho que um profissional de saúde precisa. Parabéns pela rede Sarah pela limpeza, competência, gentileza e organização.

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  12. Hoje me lembrei do Dr. Campos da Paz.Estava escolhendo a roupa p/ ir ao Pilates, e de repente lembrei do Doutor.Há
    exatos 30 anos( quando eu tinha 3 anos), esse senhor fez um cirurgia em mim para corrigir um problema congenito que nasci: luxaçao congenita.Fez uma cirurgia, depois passou a segunda cirurgia, e quando falava numa terceira, meus pais, seguindo uma intuiçao do alto, me levaram para o hospital das clinicas em Sao Paulo.Sabem qual foi a 1° pergunta que la fizeram? A senhora levou sua filha num açogueiro?Encurtando a historia: fiz 5 cirurgias p/ reparar o estrago desse homem.Fiquei com sequelas, ,as graças a Deus, tenho plena capacidade corporal.Nao lhe desejo mal, porque sequer me lembro dele.Mas em algum, desejava registrar este fato.E sei que há uma justiça maior que cuidara das vaidades e desmandos deste homem.

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  13. Todo homem que se torna público neste país de merda deixa à vista somente suas qualidades, os defeitos tornam-se segundo plano. No caso em questão, o nosso (in)amigo é um homem de duas caras. Perante o público é um benfeitor e um realizador como poucos neste país. Ninguém tira dele essas "qualidades".. Na realidade é um homem totalmente emprenhado pelo ouvido e, por isto, pratica suas injustiças. E que injustiças. É aí que ele mostra seu mau caráter. Na época da ditadura militar ele permaneceu mandando tendo em vista o General Medeiros ser seu costa quente e, com isto, ele podia fazer o que bem entender. Depois, como bom político, permaneceu dono do Sarah. Aí, deitou e rolou. Não tinha a menor consideração pelos profissionais e os demitia pelo simples fato de alguém expressar alguma discordância. A demissão de bons profissionais eliminava o "perigo" de alguém tomar o seu lugar de Diretor. Não convém citar nomes porque são tantos que ´"poderia" comprometer o dito cujo. O tempo passa, e as costas quentes, o mantém no cargo. Usa os políticos como escoras para suas intenções de permanecer no poder. Não se pode negar esta sua habilidade. Por outro lado os funcionários é que levavam no lombo a ira de um homem amargurado e cheio de medo de perder o poder. Claro que nada aconteceu. Permaneceu e lá envelheceu. Passou a correr pelo hospital via cadeira de rodas equipado com um cilindro de oxigênio. Só que as coisas mudaram. Aquela musicista de 18 anos que lá começou como "psicóloga" aos poucos foi subindo e acabou sendo "dona" do poder. O manda-chuva virou cadeirante auxiliado por um cateter de oxigênio.
    O SARAH se expandiu e várias capitais do Brasil foram brindadas. Um espetáculo. O único ponto esquecido pelo !Senhor dos Anéis" é que ele não fez tudo só. Muitos o ajudaram. Só que neste país quem aparece é quem faz barulho...O resto é resto.
    Uma das qualidades do nosso homem é ser emprenhado pelo ouvido. Basta simpatizar por alguém e este alguém, em geral um mau caráter, buzinar no ouvido do grande homem para que ele tome decisões as mais injustas. Assim, após mais de quarenta anos dedicado ao hospital, fui chamado e, junto com a chefe do pessoal, me foi apresentado um papel para assinar onde, "espontaneamente" eu me demitia, sem poder receber os meus direitos trabalhistas. Atordoado e sem raciocinar corretamente assinei minha demissão. Trabalho sujo e desonesto com uma pessoa que se dedicou boa parte da sua vida profissional a um Instituição que acreditava ser honesta. Não fosse eu ter pago uma previdência, hoje estaria na rua da amargura, simplesmente porque o herói do Sarah deu ouvidos a um médico mau caráter, invejoso e mentiroso de nome Enio Comerlato que, a fim de se tornar chefe do setor de neurofisiologia, emprenhou o ouvido do chefão dizendo coisas que nunca vou saber.
    Como é triste viver num país onde a politicagem predomina o bom senso, a verdade e a realidade. Dizem que praga de urubu não mata cavalo. Dizem também que toda regra tem exceção. Só o tempo dirá.

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  14. marcos gomes tibana12 de abril de 2014 00:01

    O seu velho asqueroso, agora deu para fingir que esta doente ! Porque não volta a frequentar o hospital do lago norte e mostra para todos o que é essa dicotomia

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  15. marcos gomes tibana16 de abril de 2014 18:51

    O seu velho nojento, não foi você quem escreveu aquele texto, dicotomia são duas partes separadas que convivem separadamente , mas que se perfazem, fazendo parte de um todo ,por que você não se junta , vai ao lago norte e mostra que você escreveu aquele texto.

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  16. Seu Tibana, conheço você: um sujeito que era jardineiro no Sarah e que não fazia quase nada. Vivia elogiando o Sarah. Só foi se formar, começou a cuspir no prato que comia. Ninguém no Sarah está pedindo sua ajuda ou seus comentários, muito mal redigidos. Fica no Facebook puxando o saco de gente metida em um ridículo e interesseiro movimento sindical. Bajula gente pior do que você. Faça um favor, arrume algo para fazer e esqueça o Sarah, pois estamos muito sem a sua presença e suas opiniões imbecis.
    Obs.: Não sou chefe de nada se quer saber.

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  17. falar mal dele é fácil , quero ver fazer un hospital ortopédico que fubcione de verdade , eu fique 3 anos esperando uma cirurgia e quem me deu oportunidade foi s rede Sarah , não tem preço o que fizeram por mim , mais de 85% dos pacientes são pessoas sem plano de saúde e sem condições de conseguirem tratamento então parem de difamar e vão trabalhar não tentem roubar a honra do próximo.

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  18. meu irmao so andou porque a ambulancia do sara vinha apanha=lo isto em 1962 se nào fosse o Dr. Campos da Paz seria muito dificil obrigada Dr. por saber tratar os humildes e ser um grande cirurgiào.

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